quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Baile do Simonal amanhã na Globo

Baile do Simonal será exibido nesta sexta na TV - Show foi gravado em junho no Rio de Janeiro
10/12 - 18:13 - Augusto Gomes, iG São Paulo

O programa Som Brasil desta sexta-feira (11), exibido pela Rede Globo, vai homenagear o cantor Wilson Simonal. Serão exibidos trechos do show Baile do Simonal, gravado em junho no Vivo Rio, no Rio de Janeiro. A apresentação também deu origem a um DVD e um CD ao vivo, lançados no início deste mês.

O show foi organizado por Wilson Simoninha e Max de Castro, filhos de Simonal, na esteira do sucesso do documentário "Ninguém Sabe o Duro que Eu Dei". "Nós sugerimos alguns nomes, a gravadora sugeriu outros. O que cada um iria cantar, com algumas exceções, também foi sugestão nossa", explicou Simoninha.

Um dos poucos a escolher o que iria interpretar foi o Paralamas do Sucesso. A banda fez questão de tocar "Mustang Cor de Sangue", composição de Marcos e Paulo Sérgio Valle gravada por Simonal em 1969. Outros destaques do show foram Maria Rita cantando "Que Maravilha", de Jorge Ben e Toquinho, e "Mamãe Passou Açúcar em Mim" com Mart'nália.

A ideia de Max e Simoninha foi chamar artistas jovens. "Não queríamos só artistas da mesma geração que o Simonal", explica Simoninha. A exceção é Caetano Veloso. O baiano interpreta "Remelexo", de sua própria autoria. "Pouca gente se lembra, mas Simonal foi o primeiro artista a gravar Caetano depois da Maria Bethânia", recorda.
A exibição do Baile do Simonal dentro do Som Brasil está marcada para a madrugada desta sexta (11) para sábado (12), logo após o Programa do Jô, na Rede Globo.

Um abraço,

Lua

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009


Fonte: blog do Mauro Ferreira - post publicado 09DEC2009
A escolha pela APCA dos melhores de 2009 na área musical surpreendeu, em especial na categoria Melhor Disco. De acordo com a Associação Paulista dos Críticos de Arte, Aline Calixto - primeiro álbum da homônima cantora mineira, lançado em junho pela Warner Music - foi o melhor disco do ano. A APCA também premiou Céu (como cantora, pelo CD Vagarosa), Lenine (eleito o melhor compositor), Maria Gadú (escolhida a Revelação do ano), Ney Matogrosso (prêmio pelos shows Inclassificáveis e Beijo Bandido) e Paralamas do Sucesso (Melhor Grupo). Os jurados Ayrton Magnani Júnior, Inês Fernandes Correia e José Roberto Fresch também decidiram fazer Homenagem Póstuma ao cantor e compositor Zé Rodrix (1947 - 2009), morto em 22 de maio. Os prêmios somente vão ser entregues a tais eleitos em abril de 2010.

P.S.: APCA = Associação Paulista dos Críticos de Arte.

Um abraço,

Lua

Fotos do Herbert gravando com Gurus



Fotos retiradas do blog da Sheila Martins registrando a participação do Herbert Vianna e do João Fera na gravação do CD do grupo Gurus.

Para mais detalhes da participação do Herbert neste trabalho, clique no tag Gurus à direita do site.

Um abraço,

Lua

Rádio Transamérica São Paulo entrevista João Barone e erra o nome do Herbert a entrevista inteira...

Os Paralamas do Sucesso - publicada aqui no site da Rádio Transamérica
Por Isadora Carvalho - Da Redação

A banda Os Paralamas do Sucesso, que está na estrada há 27 anos, lançou no começo deste ano um novo trabalho, “Brasil Afora”, que foi muito bem recebido pelo público.

Conversamos com o baterista João Barone, que nos contou como foi o processo de gravação do álbum e sobre a sua participação no documentário “Hebert de Perto”, que retrata a vida do líder da banda e consequentemente a história dos Paralamas do Sucesso.

Confira a entrevista!

Transanet: O álbum “Brasil Afora” foi gravado em Salvador e no Rio de Janeiro. De quem foi a ideia de gravar nessas capitais?
João Barone: O último álbum foi muito pensado e repensado. Passamos um ano e meio preparando o repertório. A maior parte foi feita no Rio de Janeiro no meu estúdio, onde a gente se encontrava com uma frequência muito boa. Quando já estávamos prontos para gravar, pensamos em um lugar para ficarmos bem à vontade e lembramos do estúdio do Brown que tem uma atmosfera muito legal. Lá passamos nove dias gravando as bases, o que deu um resultado maravilhoso.

Transanet: No disco há as participações de Carlinhos Brown na faixa “Sem Mais Adeus” e de Zé Ramalho em “Mormaço”. Como surgiu a vontade de misturar estilos tão diferentes e como foi o convite?
João Barone: As participações especiais vão de encontro à camaradagem e amizade que temos com essas pessoas, além da admiração que temos por todos esses artistas. No caso do Brown, levou quase 15 anos para nos encontrarmos novamente, depois da parceria dele na música “Brasileira” e agora ele apresenta duas músicas novas para esse novo álbum “Quanto Ao Tempo” e “Sem Mais Adeus”. Quanto à participação do Zé Ramalho foi porque recentemente fizemos um show com ele e deu super certo. Achamos que a música que o Hebert compôs, que fala de uma maneira muito bonita das origens dele na Paraíba, iria ficar legal com a participação do Zé, que tem aquela voz marcante. Ele topou o convite na hora e ficou emocionado.

Transanet: A música “A Lhe Esperar” é uma composição de Arnaldo Antunes e Liminha. Ela foi composta especialmente para o novo CD?
João Barone: Essa música do Liminha e do Arnaldo foi praticamente feita para os Paralamas, mas eles não sabiam disso. O Liminha, que foi nosso grande produtor, nos mostrou a canção e adoramos. Por isso, ela se tornou o carro chefe do novo álbum e tem feito muito sucesso.

Transanet: A banda classifica o disco “Brasil Afora” como uma jornada pelo melhor e o melhor dos Paralamas. Ele pode ser classificado assim por ser o primeiro disco em quatro anos de inéditas ou realmente tem a intenção de revisar a carreira do grupo?
João Barone: Pelo fato de ser um trabalho muito alto astral, o disco foi muito bem recebido. Quem conhece os Paralamas ao longo dessa carreira de 27 anos, sabe que o nosso trabalho reflete o nosso momento, o nosso astral. Desde o primeiro álbum depois do acidente do Hebert, nós fomos nos reencontrando, até chegarmos nesse astral pra cima, mas não tivemos a intenção de revisitar a carreira.

Transanet: Você pode destacar alguma música que marcou especialmente a carreira de vocês?
João Barone: É muito difícil destacar uma música de um repertório tão amplo quanto dos Paralamas, mas escolho “Alagados”, pois foi uma música muito emblemática na nossa carreira e possui muita representatividade na nossa história.

Transanet: Nesses 27 anos de carreira existe algum sonho que ainda não realizaram?
João Barone: Cada dia que você sobe em um palco é um sonho realizado, a gente ainda tem essa disposição de tocar. Este ano fomos premiados como “Melhor show”. Conseguirmos manter a banda em ação, mesmo depois do acidente, e isso é a realização de um sonho. Poder gravar um disco só quando a gente tiver assunto, respeitando o nosso público, também é um sonho.

Transanet: O documentário “Hebert De Perto”, que conta a vida e carreira do Hebert Viana, foi lançado recentemente. Como foi para você participar? Fale um pouco sobre o filme.
João Barone: Esse documentário teve uma repercussão muito legal, que conta a história do Hebert dentro do contexto dos Paralamas. O filme retrata a história dele, inclusive a época mais trágica de sua vida de uma maneira muito respeitosa tanto em relação a ele quanto a banda.

Transanet: Qual a sua opinião sobre a nova geração de bandas (nacionais) de rock?
João Barone: Muitas horas somos questionados sobre a nossa opinião de bandas do rock brasileiro. Posso citar o Sepultura como uma referência do rock mundial. Vimos o Skank, Raimundos e O Rappa nascerem e considero grandes artistas, que levam multidões aos seus shows. E mais recentemente, posso citar o fenômeno dos Los Hermanos e a Pitty também, que agora lança seu terceiro álbum, que por sinal está muito bom e mostra que a sua carreira vai longe.

Transanet: Como é a sua relação com a internet? Você se comunica com os fãs por meio do Twitter e/ou Orkut? Acha bacana essa proximidade com o público?
João Barone: A internet está na vida das pessoas como a televisão, ela veio para ficar. Acho que ela tem o lado bom, o fato de ser uma ótima ferramenta de comunicação e o ruim, um bombardeamento de informações que pode pirar qualquer um. A banda só agora está utilizando mais essa ferramenta, como meio de comunicação com os fãs e divulgação dos novos trabalhos.

Um abraço,

Lua

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Paralamas participam do DVD ao vivo da Nação Zumbi com "A praieira"

Nação Zumbi volta ao Recife para gravar DVD
Agência Estado, publicada no IG Música - 07/12 - 10:15

Nada mais antiquado do que ainda acreditar que a boa música brasileira transita apenas no eixo Rio-São Paulo. Cada vez mais bandas de diversos Estados pipocam na internet, revelando ao País suas influências, com inventividade e qualidade.
Um dos grupos responsáveis por começar a abrir os olhos e os ouvidos do público na direção de outras paragens Brasil afora foi Nação Zumbi, nos idos da década de 1990. Mesmo dizendo que 2009 foi o ano em que mais voltaram ao Recife, seus integrantes admitem que ainda faltava um registro feito em sua cidade natal. E é justamente isso o que acontecerá na quarta-feira, quando vão gravar o segundo DVD da carreira, desta vez em casa, no Marco Zero.

Depois de ter lançado o primeiro, "Propagando ao Vivo", em 2006, a banda ouviu muitos queixumes dos fãs recifenses por terem gravado o DVD em São Paulo. Com uma espécie de dívida afetiva com sua cidade, nada mais justo que a Nação Zumbi, banda responsável pela última revolução musical significativa no Brasil em duas décadas, voltasse a seu berço para gravar com o público.

Desta vez, aproveitando a efeméride de 15 anos de seu primeiro e antológico disco, Da Lama ao Caos, a Nação grava o DVD com participações de luxo. Amigos que sempre estiveram presentes durante a trajetória do grupo desde o início com Chico Science, como Os Paralamas do Sucesso, Arnaldo Antunes, Siba e, naturalmente, Fred Zero Quatro, da banda Mundo Livre S/A.

O DVD, que estará nas lojas no primeiro semestre de 2010, será gravado em um único dia, durante a apresentação gratuita da banda, no festival Feira Música Brasil. O show será praticamente o mesmo que a Nação vem tocando na turnê de Fome de Tudo, mas contará com músicas dos sete discos da carreira do grupo, incluindo as clássicas "Manguetown", "A Praieira" (com Os Paralamas), "Rios, Pontes e Overdrives" e "Salustiano Song", todas do primeiro álbum.

A Praieira
Chico Science & Nação Zumbi
Composição: João Higino Filho
No caminho é que se vê, a praia melhor pra ficar Tenho a hora
certa pra beber
Uma cerveja antes do almoço é muito bom, pra ficar pensando
melhor
E eu piso onde quiser, você está girando melhor, garota
Na areia onde o mar chegou, a ciranda acabou de começar, e ela é
!
E é praieira!!! Segura bem forte a mão
E é praieira !!! Vou lembrando a revolução, vou lembrando a
Revolução
Mas há fronteiras nos jardins da razão
E na praia é que se vê, a areia melhor pra deitar
Vou dançar uma ciranda pra beber
Uma cerveja antes do almoço é muito bom, pra ficar pensando
melhor
Você pode pisar onde quer
Que você se sente melhor
Na areia onde o mar chegou
A ciranda acabou de começar, e ela é !
E é praieira!!! Segura bem forte a mão
E é praieira !!! Vou lembrando a revolução, vou lembrando a
Revolução
Mas há fronteiras nos jardins da razão
No caminho é que se vê, a praia melhor pra ficar Tenho a hora
certa pra beber
Uma cerveja antes do almoço é muito bom, pra ficar pensando
melhor.

Um abraço,

Lua

O rock brasileiro - história em imagens - João Barone participa

O filme "O rock brasileiro - história em imagens", que conta com depoimento do João Barone, será exibido na Feira Música Brasil, essa semana em Recife-PE.

A Sociedade dos Amigos da Cinemateca (SAC) apóia a Mostra de Filmes da Feira Música Brasil, no Teatro Apolo, em 10,11 e 12/12, a partir das 18h30. Estão selecionadas obras que retratam a vida de Cartola, a trajetória do rock nacional e a visão estrangeira sobre a música brasileira. A exibição dos filmes será seguida de debate.

11/12 – O Rock Brasileiro – Historia em Imagens, documentário que será distribuído gratuitamente para as bibliotecas e escolas públicas do país, traça um panorama do rock brasileiro. O longa-metragem conta com depoimentos de figuras que vivenciaram a explosão do rock no Brasil e sua evolução, como Antonio Carlos Miguel, o produtor Carlos Eduardo Miranda, Charles Gavin (Titãs), Dado Villa-Lobos (ex-Legião Urbana), Dinho Ouro Preto (Capital Inicial), Erasmo Carlos, Fernanda Abreu, Fred (ex-Raimundos), Gringo Cardia, Henrique Portugal (Skank), João Araújo, João Barone (Paralamas do Sucesso), Jorge Davidson, José Fortes, Liminha, Lucio Maia (Nação Zumbi), Luiz Oscar Niemeyer, Marcelo Lobatto, Maria Juçá, Pitty, Rick Bonadio, Rick Ferreira e Rogério Flausino (Jota Quest).

O Teatro Apolo fica na Rua do Apolo, 121, Recife Antigo. Fonte: Portais da Moda

Filme sobre o rock brasileiro é editado em DVD que não está à venda (Fonte: Blog do Mauro Ferreira)

Documentário dirigido por Bernardo Palmeiro, com roteiro e pesquisa de Kika Serra, o didático Rock Brasileiro - História em Imagens está sendo editado em DVD que será distribuído gratuitamente às escolas e às bibliotecas públicas de todo o Brasil. No filme, já exibido em festivais (clique aqui para ler a resenha de Notas Musicais), Palmeiro passa em revista a história do rock nacional a reboque de imagens de arquivo e depoimentos de nomes como Erasmo Carlos, João Barone e Pitty. O filme foi viabilizado graças a uma parceria da Fuzo Produções - empresa que tem na direção artística Jorge Davidson, executivo que muito investiu no rock nacional enquanto atuou na indústria fonográfica - com a Planmusic, dirigida por Luiz Oscar Niemeyer, com quem, aliás, Davidson trabalhou na (extinta) gravadora BMG.

Resenha de Filme - blog do Mauro Ferreira
Título: Rock Brasileiro - História em Imagens
Direção: Bernardo Palmeiro
Roteiro: Kika Serra
Cotação: * * *
Exibido no Festival do Rio 2009

A despeito de a sua narrativa ter tom didático (no caso, justificado pelo fato raro de se tratar de um documentário primordialmente direcionado às escolas), o filme Rock Brasileiro - História em Imagens tem cacife para despertar interesse de todos os devotos do já cinquentenário rock'n'roll. O roteiro de Kika Serra traça, de forma cronológica, a evolução do rock made in Brazil desde a fase pré-Jovem Guarda - quando o filme Sementes da Violência (1955) fez brotar nos jovens nacionais a ânsia de tocar sua guitarra - até a geração de bandas dos anos 2000, representada por nomes com NX Zero e Fresno. Através da didática narração em off e dos muitos depoimentos colhidos entre nomes de todas as gerações, num amplo painel que vai de Erasmo Carlos a Pitty, passando pelo produtor Rick Bonadio, o diretor Bernardo Palmeiro consegue abordar (mesmo que de forma superficial) todas os fatos e as características relevantes das (várias) gerações do rock brasileiro.
"Cada vez que você tenta definir o rock, você queima a língua", ressalta João Barone, o baterista do trio carioca Paralamas do Sucesso, logo no início do documentário. Com toda a razão. Por isso mesmo, o filme cresce quando os entrevistados discutem as tendências de cada geração. "A Tropicália nada mais foi do que uma Jovem Guarda num estágio cultural maior", defende Erasmo Carlos. O filme ressalta o papel pioneiro de Rita Lee nos anos 70 - década em que o rock brasileiro ficou submerso no underground e influenciado pelo sons progressivos - por conta de seus discos bem-sucedidos do ponto de vista comercial. Assim como lembra o pioneirismo de Raul Seixas (1945 - 1989) ao fundir esse mesmo rock com os ritmos nordestinos. E a importância que os festivais Rock in Rio (1985) e Hollywood Rock (1988) tiveram para a consolidação do mercado de música pop que se abriu a partir do verão de 1982 com o estouro da Blitz. Quando a narrativa chega aos anos 90, década caracterizada pela fusão do rock com ritmos nacionais, o filme enfatiza o forte papel da MTV na propagação de bandas como Skank e O Rappa. E Pitty se faz notar pela sinceridade de seu depoimento, em especial ao dizer que, de todas as bandas que misturaram rock com música brasileira, a única que não lhe pareceu artificial foi a Nação Zumbi. Enfim, como a toda hora surgem adolescentes fascinados pelo poder e status de tocar uma guitarra, o filme cai bem nas escolas para mostrar a esses garotos que o rock nacional, entre altos e baixos, também tem história(s).


História do rock - 'Levar rock para as escolas é uma constatação histórica', diz produtor do filme
Publicada em 26/08/2009 às 08h50m - O GloboOnline - Ricardo Calazans

RIO - Luiz Oscar Niemeyer, empresário que criou o festival Hollywood Rock e já trouxe artistas como Radiohead e Paul McCartney ao Brasil, é o idealizador do projeto do documentário - que vem acompanhado por um livro de fotografias emblemáticas de roqueiros nacionais, com seleção de Maurício Valladares e textos do repórter e crítico musical de O GLOBO Carlos Albuquerque. O projeto é tratado por ele como um "processo de resgate e contemporaneidade".

- Hoje o rock é uma manifestação cultural, um gênero musical, que frequenta os lares, as escolas e faz parte da vida de todos os brasileiros. Acho que levá-lo para as escolas é uma constatação histórica - diz Luiz Oscar.

Dirigido por Bernardo Palmeiro, o documentário apresenta também outros gêneros musicais, como Bossa Nova e a Tropicália, e mostra como eles se relacionaram (ou não) com o rock. Que, até os "boom" dos anos 80, era mesmo um patinho feio diante da intelectualizada MPB. Erasmo Carlos, figura-chave na popularização do rock no Brasil nos anos 60, ao lado de Roberto Carlos e outros artistas da Jovem Guarda, constata:

- Rock'n'roll não era popular, como eu. Era sem cultura, como eu - diz.

Continuou assim nos anos 70. Apesar do sucesso de Raul Seixas, Rita Lee e de grupos Secos & Molhados e Novos Baianos, o grosso da produção roqueira (de bandas como A Bolha ou Bicho da Seda) permaneceu subterrânea. Na década seguinte, o gênero passou a ser visto com outros olhos, depois do caminho aberto por Blitz e Gang 90, que foram seguidos por Titãs, Paralamas, Legião Urbana, Capital Inicial, Ultraje a Rigor e RPM.

- A geração seguinte à nossa é a geração do Rappa, Charlie Brown, Skank, Jota Quest. Depois veio Pitty, depois NX Zero, Fresno... Essas bandas estão pegando uma infraestrutura que foi posta de pé pela nossa geração. A prova de que somos vitoriosos é o fato de vermos com naturalidade sucessivas gerações de rock no Brasil - diz o vocalista do Capital Inicial, Dinho Ouro Preto.

Rock em debate - Geração 00 do rock Brasil é debatida em documentário que será distribuído em escolas
Publicada em 26/08/2009 às 08h52m - O GloboOnline - Ricardo Calazans

Geração 00 do rock Brasil é debatida em documentário que será distribuído em escolas


RIO - Nos cada vez mais longínquos anos 70, Rita Lee observava que "roqueiro brasileiro sempre teve cara de bandido". Hoje, este tipo tem uma aparência beeeem menos assustadora. Antes e depois de Rita Lee, o roqueiro nacional teve também outras caras - e muitas delas foram reunidas no documentário "O rock brasileiro - história em imagens", produzido através da Lei de Incentivo à Cultura e que irá direto para escolas, bibliotecas e instituições públicas públicas do país, indicadas pelo Ministério da Cultura.

'Levar rock para as escolas é uma constatação histórica', diz produtor

Com esse propósito educativo, o filme é didático e acompanha a história do rock no país, dos "transviados" anos 50 aos dias atuais. É justamente neste último capítulo que se trava o debate mais intenso do documentário, com roqueiros e produtores discutindo a geração 00 do rock nacional, que dispensa as influências brasileiras em sua música, (quase) sempre presentes no gênero por aqui, dos Mutantes a Chico Science & Nação Zumbi.

- De repente, quando o rock fica muito abrasileirado, vem um grupo e fala: 'ai, que é isso'? - constata a cantora Fernanda Abreu no filme. Ela é contestada por Pitty, que de brasileiro não tem nada em seu rock.

- Houve uma fase no rock que se convencionou essa coisa de usar elementos regionais. Isso me soava artificial, muito 'tem que ser porque a gente é daqui'. A única que fez isso com propriedade foi a Nação Zumbi - diz Pitty, no vídeo.

Para o produtor Carlos Eduardo Miranda, a criticada geração de Fresno e NX Zero tem legitimidade.

- Esse fenômeno não surgiu forçado por rádio ou gravadora. Se eu gosto ou não, tanto faz. Mas veio do underground, é legítimo, é da molecada e veio da internet - analisa.

Um abraço,

Lua

domingo, 6 de dezembro de 2009

Herbert e Bi felizes. João aliviado. E eu, conformado

O Herbert e o Bi tão felizes com o título do Fla. O João Barone aliviado com a fuga do descenso por parte do Fluminense. E eu, conformado com a festa dos dois e no aguardo de 2010 para ver o Vasco voltar a brilhar na primeirona.

Músico Herbert Vianna embala voo 'rubro-negro' rumo ao Rio de Janeiro
06/12/2009 - 13h29- UOL Esporte - Cauê Rademaker e Thales Calipo
No Rio de Janeiro

A possibilidade da conquista do Campeonato Brasileiro mobiliza a torcida do Flamengo. De vários cantos do país os rubro-negros chegam ao Rio de Janeiro para prestigiar o duelo contra o Grêmio, às 17h. Em um voo de São Paulo rumo à capital carioca, quem chamou a atenção foi Herbert Vianna.

Líder do Paralamas do Sucesso e flamenguista fanático, o músico participou de uma viagem repleta de torcedores do time carioca, a começar pelo piloto da aeronave, que ao dar boas-vindas aos passageiros, declarou seu amor ao Flamengo, recebendo muitos aplausos.

Logo após a aterrissagem, foi a vez de Herbert Vianna roubar a cena. Ele pegou o microfone da aeronave e cantou músicas de incentivo ao Rubro-Negro, levando ao delírio os passageiros que torcem pela equipe.

Por sinal, não é apenas de São Paulo que vêm torcedores. De todas as regiões do país, muitos flamenguistas chegam eufóricos com a possibilidade da quebra do jejum de 17 anos sem vencer o Brasileirão.

"Em 1992 eu tinha 13 anos e vi apenas da televisão o título [diante do Botafogo]. Agora, aos 30, vim por conta própria. Não poderia perder esse momento por nada", disse Marcelo Franco, que veio de Aracaju com o irmão, de avião.

Já de Florianópolis, também de avião, vieram quatro amigos, todos ávidos para assistir, pela primeira vez, um título brasileiro do Flamengo. "Em 1992 eu tinha apenas cinco anos. Não me lembro de nada. Esse vai ser meu primeiro título brasileiro. Acho que estou mais nervoso que os jogadores", brincou Pierri Rodrigues, o mais velho do grupo.

Para ser campeão, basta o Flamengo vencer o Grêmio, às 17h, no Maracanã. Em caso de empate ou derrota, o Rubro-Negro corre o risco de ser ultrapassado por Internacional, Palmeiras e São Paulo, todos com dois pontos a menos.

Um abraço,

Lua

sábado, 5 de dezembro de 2009

Post #301: Ney Matogrosso fala sobre a inclusão de "Nada por mim" no repertório do show/disco "Beijo Bandido"


Ney Matogrosso sussurra ao ouvido - Show Beijo bandido é mais sóbrio e intimista que o anterior, Os inclassificáveis, e tem única apresentação hoje, no Guararapes (Recife-PE)- André Dib // Diario de Pernambuco (...) Como foi montar o repertório?
Não foi difícil. Já tinha gravado Tango para Tereza, De cigarro em cigarro e Fascinação. Pensei que estaria na caixa, mas não entraram. Como elas caminharam para algo mais romântico, aproveitei e escolhi uma de Roberto Carlos (À distância, com Erasmo), que nunca tinha gravado. Por último inclui Nada por mim (Herbert Vianna e Paula Toller), que só tinha cantado uma vez no palco, quando soube que a Marina estava na platéia. Sabia que não era uma composição dela, mas era a única que eu lembrava naquela hora. Eu queria que o álbum tivesse uma conotação pop, não somente da canção brasileira, e isso está presente não só por essa música, mas porque ele tem tango, bolero, uma música de Piazolla, outra de Cazuza. Ele é pop no sentido dessa abertura, de não estar restrito a um único universo musical.(...)

Um abraço,

Lua

P.S.: Foto: Rogério Mesquita / Divulgação

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Herbert De Perto concorrendo ao Prêmio guia da Folha Online - Melhor Documentário Nacional

Páreo duríssimo ! Somente na categoria documentário "musical" tem o dos Titãs ("A vida até parece uma festa"), Simonal ("Ninguém sabe o duro que dei"), Lóki ("Arnaldo Baptista) e sanfonístico "O milagre de Santa Luzia". O do Simonal e o dos Titãs estão na frente no momento.

Vote aqui.

Um abraço,

Lua

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Paralamas agitando no Baile do Simonal

Pessoal,

Algumas imagens que capturei do DVD Baile do Simonal no qual Os Paralamas participam com “Mustang cor de sangue”, sucesso do Simonal, falando de 2 carros da Ford (onde eu trabalho), e que é do Marcos Valle (Capitão da Indústria). Vou postar no blog por ocnta da limitação de tamanho dos anexos da lista.







Vídeos do Mustang atual podem ser vistos no hotsite do Mustang na Ford EUA. clicando aqui. O modelo 2011 vem aí com 305 HP de potência e consumo de 30mpg (milhas por galão) – 12,8 Km/l...

No DVD, só Os Paralamas e a Orquestra Imperial dispensam a banda de apoio. Só ficaram 2 dos metais... rock n’roll puro !

Segue a letra de "Mustang cor de sangue"

Mustang Cor de Sangue
A questão social
Industrial
Não permite e não quer
Que eu ande a pé
Na vitrine um Mustang
Cor de sangue...
Tenho um novo ideal
Sexual
Abandono a mulher
Virgem no altar
Amo em ferro e sangue
Um Mustang
Cor de sangue...
No farol vejo o seu olhar
Minha mão toca a direção
No painel eu vejo
O seu amor
E o meu corpo
Invade o interior...
Huuuuuuuuuum!
A questão social
Industrial
Não permite que eu
Seja fiel
Na vitrine um Corcel
Cor de mel
Meu Corcel!
Cor de mel
Meu Corcel!
Lá Lá Lá Lalalalalá!
Lá Lá Lá Lalalalalá!
Lá Lá Lá Lalalalalá!
No farol vejo o seu olhar
Minha mão toca a direção
No painel eu vejo
O seu amor
E o meu corpo
Invade o interior...
Huuuuuuuuuuum!
A questão social
Industrial
Não permite que eu
Seja fiel
Na vitrine um Corcel
Cor de mel
Meu Corcel!
Cor de mel
Meu Corcel!
Cor de mel
Meu Corcel!

Um abraço,

Lua

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Herbert e a guitarra de bambu

Paralamas do Sucesso e a Guitarra Digital de Bambu JAM - Blog Raphael Moras (Wordpress) - 01Dez09

Caros amigos,

difícil de acreditar nas coincidência da vida. Eduardo Giacomazzi, um dos idealizadores da guitarra, encontrou os Paralamas do Sucesso numa ponte aérea Rio-Sampa, e mostrou a foto da guitarra. A impressão foi boa, e combinaram de conhecê-la de perto na passagem de som do show dos Paralamas no HSBC Brasil/SP, no sábado dia 28/11/2009.

Eduardo levou a guitarra e o fotógrafo Simão Salomão para a passagem de som, e os Paralamas se encantaram com a guitarra. Vejam as fotos abaixo, e esperamos que a história com eles continue.

Fotos: Simão Salomão




Um abraço,

Lua

Paralamas derrotado por Calcinha Preta no Prêmio Extra de TV 2009

Depois de 13 anos de ralação, chega o sucesso. Calcinha Preta fica com o troféu de Melhor Tema de Novela - por Carla Felicia - 1.12.2009 | 22h47m

O público todo cantou a música vencedora do Prêmio Extra de Melhor Tema de Novela: "Você não vale nada", do Grupo Calcinha Preta. Os integrantes da banda fizeram questão de cumprimentar a atriz Dira Paes - intérprete da Norminha, que tinha a canção como tema em "Caminho das Índias" - antes de subir ao palco.

Concorreu (SIC) ao Prêmio Extra com — “Bem ou mal”, NX Zero (“Malhação”); “Deus e eu no sertão”, Victor & Leo (“Paraíso”); “Malandro é malandro, mané é mané”, Diogo Nogueira (“Caminho das Índias”); “Meu sonho”, Paralamas do Sucesso (“Caras & bocas”); e “Uma prova de amor”, Zeca Pagodinho (“Caminho das Índias”).

Um abraço,

Lua

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

21JAN2010 - Dia de Paralamas no Festival de Verão 2010

Confirmado: Show do Paralamas no Festival de Verão Salvador será no dia 21/jan/2010. Confiram a grade no site do evento clicando aqui.

Ingressos:
Virada de preços no dia 02 de dezembro de 2009

Ingressos Individuais
- Pista Inteira: 60,00
- Pista Meia: 30,00
- Camarote Vip Pepsi: 116,00
- Camarote Baladas: 70,00

Ingressos Passaportes (4 dias)
- Passaporte Pista Inteira: 184,00 (4x R$ 46,00)
- Passaporte Pista Meia: 92,00 (4x R$ 23,00)
- Passaporte Camarote Vip Pepsi: 392,00 (4x R$ 98,00)
- Passaporte Camarote Baladas: 224,00 (4x R$ 56,00)

Clientes Mastercard - Ingressos Passaportes (4 dias)
- Passaporte Pista Inteira: 184,00 (6 x R$30,66)
- Passaporte Pista Meia : 92,00 (6x R$15,33)
- Passaporte Camarote Vip Pepsi: 392,00 (6x R$65,33)
- Passaporte Camarote Baladas: 244,00 (6x R$37,33)

* Ingresso individual em até 3x no Master

COMPRE SEU INGRESSO

Classificação: 14 anos.
Abertura dos Portões: 18h.
Início dos Shows: a partir das 19h.

Condições de pagamento: dinheiro, cartões de débito e crédito.
Pista meia-entrada: obrigatória a apresentação da carteira de estudante no momento da compra e do evento.
Preços válidos para o 1º lote.

Um abraço,

Lua

Mais fotos do HSBC Brasil

Mais fotos do show de sábado no HSBC Brasil - São Paulo-SP. Gentileza do chapa Alê Pinho !






Um abraço,

Lua

09DEZ2009 - Recife/PE - Paralamas gravam participação no DVD ao vivo da Nação Zumbi

Depois do show histórico no Marco Zero em Recife-PE em pleno Carnaval/2008, os Paralamas retornam à Manguetown para mais uma vez se juntar ao Maracatu Atômico da Nação Zumbi e participar do DVD ao vivo da revolucionária banda pernambucana. Vai ser no dia 09/dez no Festival Música Brasil, no mesmo Marco Zero. Detalhes no site do Festival, clicando aqui.

Recorde o show anterior no Carnaval 2008 clicando aqui. Veja também a minha matéria sobre, postada aqui mesmo no blog, clicando aqui.

Foto: Milton Mansilha

Feira Musica Brasil apresenta o melhor da música brasileira para você!


A programação de shows reúne artistas consagrados de diferentes gêneros musicais e outros da nova geração.

Entre as atrações âncora, estão programados para tocar na abertura, dia 9; Banda Black Rio, com participação de Mano Brown, dos Racionais MCs; dia 10, Sepultura; dia 11, Pitty e Marcelo D2; dia 12, Strike e Fresno; dia 13, Duo Gisbranco e homenagem a Luiz Gonzaga, com banda formada por artistas convidados, entre eles, Arnaldo Antunes.

Serão dois palcos, lado a lado no Marco Zero, onde também estarão os 24 artistas selecionados pelo júri. São eles: A Trombonada, André Abujamra, Aurinha do Coco, Cidadão Instigado, Daniel Migliavacca, DJ Dolores, Fabiana Cozza, Fino Coletivo, Josildo Sá, Júpiter Maçã, Kassin, Macaco Bong, Anna Ratto, Milocovik, Mundo Livre S/A, Murilo da Rós, Nauréa, Nina Becker, Osquestra Contemporânea de Olinda, Paula Morelenbaum, Samba de Rainha, Silvia Machete, Wilson das Neves e Zabé da Loca.

A programação:

09/12
20h30 – Banda Black Rio e Mano Brown
21h30 – Móveis Coloniais de Acaju;
22h30 – Nação Zumbi e Convidados (gravação do DVD ao vivo com participação dos Paralamas do Sucesso)
(...)

Um abraço,

Lua

Paralamas botaram fogo em Queimados-RJ

Os Paralamas do Sucesso encerram as comemorações dos 19 anos de Queimados - Blog Queimados-RJ - 30 de novembro de 2009

Os Paralamas do Sucesso encerram as comemorações dos 19 anos de Queimados
As 70 mil pessoas que passaram na Vila Olímpica de Queimados nos quatro dias de shows - de quinta-feira (26) a domingo (29) - puderam comemorar os 19 anos de emancipação da cidade em grande estilo. Apesar da forte chuva que caiu pouco antes do início do show, os fãs não deixaram de comparecer e prestigiar Os Paralamas do Sucesso no domingo, 29 de novembro, fechando a festa com chave de ouro. Um dos maiores ícones do cenário rock brazuca, a banda liderada por Herbert Vianna emocionou o público ao relembrar os grandes sucessos dos anos 80 como “Meu erro”, “Lanterna dos afogados”, “Alagados” e o primeiro hit lançado pela banda: “Vital e sua moto”.

O trio formado há 27 anos por Herbert (guitarra e voz), Bi Ribeiro (baixo) e João Barone (bateria e voz) também apresentou o repertório de seu novo álbum, “Brasil Afora”, com destaque para "A lhe esperar" e "Meu sonho". No palco, o grupo agradeceu o carinho e simpatia dos queimadenses, parabenizou o prefeito, Max Lemos, e a população pela festa da cidade.

(...)
Um abraço,

Lua

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

27 anos de Paralamas e cantando !

1982: Em 30 de novembro e 1º de dezembro Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone se apresentaram pela primeira vez como Os Paralamas do Sucesso. O show aconteceu no Western Club (RJ). Entre as músicas do repertório inicial estão “Solidariedade Não”, “Veraneio Vascaína”, “Ainda é Cedo”, “Reis do 49” e “My Way” (Frank Sinatra na versão do Sex Pistols).

Já são 27 anos e contando ! Longa vida aos Paralamas !

Um abraço,

Lua

Sociais - Herbert Vianna passeia pelo Leblon (Ego Notícias)

Herbert Vianna passeia pelo Leblon - Do EGO, no Rio - 30/11/09 - 07h45 - Atualizado em 30/11/09 - 07h45

Músico sai sozinho dando exemplo de autonomia. Herbert Vianna sempre foi um exemplo de superação e autonomia. No domingo, 29, o músico saiu sozinho para um passeio noturno pelo Leblon, Zona Sul Rio.

Um abraço,

Lua

Obs.: Foto: Fausto Candelária/AG News

domingo, 29 de novembro de 2009

28NOV2009 - Paralamas no HSBC Brasil - Vídeos no YouTube

Enviados pela Giselle Machado Barboza para o YahooGrupos OsParalamas:

Mormaço

Sonífera ilha/Ska

A lhe esperar

Pólvora


Download
Copie os links abaixo no Youtubecatcher, clique em "Download video". Na hora de salvar, não se esqueça de acrescentar .flv ao final do nome do arquivo. Assista com o FLVPlayer.

Mormaço: http://www.youtube.com/watch?v=yPZekMaR96A
Sonífera ilha / Ska: http://www.youtube.com/watch?v=pcONFHp8kFo
A lhe esperar: http://www.youtube.com/watch?v=L4M0-mny6ng
Pólvora: http://www.youtube.com/watch?v=3xeCodSBwxs

Um abraço,

Lua

28NOV2009 - Folha Online - Paralamas recorda antigos sucessos em show do disco novo em São Paulo

Chamar a musica de “Allright”, ainda mais com tudo junto dá vontade deixar de aparecer no site da Folha “Sem mais adeus”... bom... a repórter também não diz coisa com coisa... primeiro, diz que” "Meu Erro" (...) foi uma das poucas apresentadas com novo arranjo.”; logo depois vai lá e fala do set acústico....

Paralamas recorda antigos sucessos em show do disco novo em São Paulo
29/11/2009 - 14h15 - REGIANE SOARES - da Folha Online

Foi um show saudosista, para matar a vontade dos fãs de todas as épocas. Antigos sucessos fizeram a alegria do público que esteve ontem à noite no HSBC Brasil, em São Paulo, para a apresentação de Os Paralamas do Sucesso.

O trio, formado por Herbert Vianna (guitarra e voz), Bi Ribeiro (baixo) e João Barone (bateria), divulgava o mais recente CD, "Brasil Afora", mas das 28 canções que tocaram ontem, somente cinco eram do disco novo "Allright", "Meu sonho", "A lhe esperar", "Mormaço" e "Quanto tempo". Sorte dos fãs mais antigos.

O show começou com casa cheia. A surpresa ficou por conta do novo cenário, de Zé Carratu, uma espécie de tapeçaria que cobria todo o fundo do palco com desenhos multicoloridos que mudavam de cor conforme a iluminação, comandada por Marcos Olívio.

O trio também se colocou no palco de um jeito novo. Barone, que quase sempre se apresenta atrás de Herbert e Bi, desta vez estava no canto direito do palco, ao lado de Herbert.

Bi estava como sempre, solto pelo palco e se divertindo com as velhas e novas canções.

Herbert estava ao centro, mas desta vez em cima de uma plataforma de uns 30 centímetros de altura, provavelmente para ampliar o campo visual limitado pela cadeira de rodas. Como uma forma de "uniformizar o palco", Barone também foi colocado em cima de uma plataforma da mesma altura.

Para acompanhar, a banda trouxe os músicos João Fera (teclados), que há mais de 20 anos toca com os Paralamas, Monteiro Jr. (sax) e Bidu Cordeiro (trombone). Estavam felizes, fazendo o que de melhor sabem fazer: tocar ao vivo.

Os Paralamas abriram o show com "Allright", de Carlinhos Brown e Alain Tavares, uma das músicas de "Brasil Afora". Depois vieram oito antigos sucessos dançantes, como "Dos Margaritas", "O Beco", "Ela disse adeus" e "Romance Ideal", e o público, sentado, acompanhava somente com os braços levantados. Foi quase uma tortura ouvir "Perplexo" sentado e rodeado por mesas e cadeiras.

Mas foi em "Meu Erro" que o público reagiu com mais entusiasmo. Um dos maiores sucessos da banda, a música foi uma das poucas apresentadas com novo arranjo. A maioria das velhas canções foi apresentada como em outros shows. A exceção foi para a "A novidade", que assim como "Meu Erro" ganhou um novo arranjo nos metais.

Acústico

Já no meio do show a banda apresentou um set acústico, com João Fera e Herbert nos violões, Bi no baixo acústico e Barone apenas com uma caixa e um bumbo. Tocaram quatro músicas. A primeira foi "Mormaço", a melhor surpresa de "Brasil Afora". Depois vieram "Rio Severino", "Caleidoscópio" e "Uns Dias".

Na volta da formação inicial, Barone surpreendeu o público ao cantar "uma musiquinha de outra banda que a gente gosta muito": "O vencedor", de Los Hermanos.

Quando o público já não aguentava mais ficar sentado, Herbert deu a ordem para que todos ficassem em pé para acompanhar "Lourinha Bombril", seguida das também dançantes "Alagados" e "Uma brasileira", que encerrou o show.

No bis, também foi só velharia. Além de "Sonífera Ilha", dos Titãs, Os Paralamas encerraram a noite com "Óculos" e "Vital e sua moto". Longe de se conformar com sua limitação física, Herbert aproveitou sua própria canção para expor sua condição: trocou um dos versos de "Óculos" e encerrou o espetáculo ovacionado pelo público. "Em cima dessas rodas também bate um coração."

28NOV2009 - Paralamas lotam HSBC Brasil

Fotos: AGBNews - Sergio Jeronymo Jr.





Fotos do Twitter Oficial dos Paralamas - link










Um abraço,

Lua

28NOV2009 - Altas Horas - 9 anos - Participações dos Paralamas

Óculos

Uma brasileira

Lourinha bombril (com Samuel Rosa)

Meu erro

A lhe esperar

Download:






Um abraço,

Lua

21NOV2009 - Altas Horas - Paralamas do Sucesso falam sobre o aniversário do Altas Horas


Um abraço,

Lua

sábado, 28 de novembro de 2009

27NOV2009 - Entrevista do Barone sobre o show em Sampa e a turne Brasil Afora - Rádio Bandeirantes

Manhã Bandeirantes - Entrevista do Barone à Rádio Bandeirantes falando sobre o show em Sampa

Paralamas do Sucesso faz show em São Paulo neste sábado
Sexta-feira, 27 de novembro de 2009 - 11h56
Uma das maiores bandas do rock nacional apresenta o mais recente CD intitulado: "Brasil Afora."

Gravado em Salvador e no Rio de Janeiro, este é o primeiro disco de canções inéditas do grupo em quatro anos.

E rendeu o prêmio de "Melhor Show do Ano", no VMB 2009, conta o baterista João Barone.

O Paralamas do Sucesso (foto) faz única apresentação amanhã (28/11) às 22h, no HSBC Brasil.

Aproveite!

Download - clique com o botão direito do mouse no link e escolha "Salvar destino como"

Um abraço,

Lua

Barone caminha pelo cinema

O Barone finalmente começou a divulgar "Caminho dos Heróis", o segundo documentário dele. O tema é a participação dos pracinhas brasileiros da FEB na 2a. Guerra Mundial. Eu já tinha mostrado aqui no blog um trailer, um workprint e um making-off fotográfico do filme. Agora é esperar pela "fita" de verdade.

A "revelação" foi feita no site do Altas Horas que, aliás, apresenta Os Paralamas como uma de suas atrações mais tarde.

João Barone revela que vai lançar segundo filme
qua, 25/11/09 - por TV Globo |

Os Paralamas do Sucesso é uma das bandas de rock mais renomadas do Brasil. O grupo junto com Barão Vermelho, Titãs e Legião Urbana forma o chamado “quarteto sagrado do rock brasileiro”.

Recentemente, Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone lançaram o disco Brasil Afora, que mistura rock, reggae e pop, além de características musicais de várias regiões do Brasil. Neste álbum, a banda conta com as participações de Carlinhos Brown e Zé Ramalho.

Os Paralamas do Sucesso foram um das atrações do especial em comemoração aos 9 anos do Altas Horas. O programa vai ao ar no próximo sábado, 28 de novembro, logo após o Supercine.

Nesta semana, nós conversamos com o baterista do Paralamas do Sucesso, João Barone, que falou sobre a turnê junto com os Titãs, sobre o disco Brasil Afora e revela que está gravando o seu segundo filme.

O último projeto de vocês foi a turnê junto com os Titãs. Como foi essa experiência para vocês?
Na verdade, foi um projeto que se estendeu devido ao grande sucesso, era pra ser meia dúzia de shows, dois anos atrás, mas estamos fazendo shows juntos ainda agora. Mesmo com as duas bandas recém lançando seus álbuns novos, estamos achando espaço em nossas agendas para nos apresentar em lugares onde ainda não tocamos.

Vocês ficaram 5 anos sem lançar um disco de inéditas. Como foi voltar ao estúdio? Você estava com saudade?
Esse tempo não passou assim para nós, estávamos com a agenda cheia, mas resolvemos salvar espaço para preparar o material novo do Herbert. Quem conhece Os Paralamas, sabe que nós só gravamos um novo álbum quando temos o que apresentar, nunca ficamos sujeitos a pressões internas ou externas para gravar. Na verdade, só entramos no estúdio para gravar, no sentido de não perder tempo lá dentro, é entrar e gravar. Resolvemos pouca coisa nessa hora, preferimos o palco!

Em Brasil Afora vocês citam vários lugares do país em diversas faixas. Musicalmente, esse trabalho também apresenta referências regionais?
Sim, o melhor exemplo é Mormaço, música em que o Herbert fala de uma maneira super bonita de suas origens, lugares no mapa e no coração. Faz pouco tempo que tocamos em Boa Vista e Rio Branco, fechando assim o mapa de todas as capitais do Brasil…

O disco também apresenta parcerias de vocês com Carlinhos Brown, Arnaldo Antunes, Zé Ramalho e o argentino Fito Paez. Como surgiu a ideia de convidá-los para o disco?
O Fito nos emprestou o seu maior hit, El amor después del amor, que o Herbert fez uma versão em português. O Brown levou 15 anos pra se reencontrar com a gente, depois de Uma Brasileira, parceria dele com o Herbert e o Zé foi convidado para cantar numa música que achamos que tinha a ver com ele, foi demais.

O novo disco tem um clima de viagem. Vocês pretendem gravar um DVD especial para mostrar as canções deste trabalho?
Certamente em algum momento vamos fazer um registro desse show, que está muito bom, encontrando público expressivo em todo lugar onde passa…

João, você tem um espírito aventureiro e neste ano gravou uma série sobre a Segunda Guerra. Esse novo trabalho representa bem o seu estilo de vida?
Não acho que seja aventureiro, eu me considero bem “pacato”, o que eu faço é tentar manter viva a memória da participação do Brasil na Segunda Guerra, estou produzindo meu segundo documentário sobre o tema, deve ir para o cinema ano que vem.

A internet é um grande portal de comunicação com os fãs e vocês têm investido bastante nesse sentido. A banda lançou uma música apenas na web. Vocês pretendem lançar mais material exclusivamente na internet?
Certamente, vamos dar linha, fazer gravações de shows e deixar no site, etc…

Recentemente, vocês tocaram para um grande público no aniversário do Altas Horas. Como foi a experiência de tocar no Piscinão de Ramos?
Foi sensacional, a gente passa ali toda hora indo para o aeroporto, foi muito legal ver aquela mega infra para um show popular, emocionante.

Neste programa, vocês também fizeram uma parceria com Samuel Rosa. Como é a relação de vocês com o Skank?
Super legal, nós vimos esses caras nascerem e se tornarem uma das bandas mais populares do país, somos fãs deles.

O Paralamas surgiu em uma época muito especial para o rock nacional. Do que você sente mais falta daquela época?
Pra falar a verdade, nada, nos lembramos das coisas boas e tudo mais, do começo, dos sonhos, dos desafios, de como éramos jovens, mas estamos bem melhores hoje, aqui onde estamos… Rsrsrsr!

Um abraço,

Lua

Herbert De Perto e De graça - Rio de Janeiro -


Exibição gratuita do "Herbert de Perto" dia 12/Dezembro no Centro Cultural Donana na Baixada Fluminense. Info do blog Anti-Cinema.
Um abraço,

Lua

O Mustang Cor de Sangue na versão Paralamas


Saiu o DVD "Baile do Simonal", registro de uma apresentação ao vivo em que diversos artistas reunidos por Max de Castro e Simoninha (filhos do homenageado) tocam/relêm músicas do Wilson Simonal. Os Paralamas participaram com "Mustang cor de sangue".

Segue a descrição do produto disponível no Submarino por R$ 39,90.

* Wilson Simoninha e Max de Castro: DVD O Baile do Simonal
Mais que homenagem, trata-se de uma festa. E isto por si só já é uma baita responsa: organizar um balaco regido pelo espírito de um intérprete e entertainer que entendia como pouquíssimos de diversão. Mas não teve tempo ruim, no palco do Vivo Rio, no Rio de Janeiro: Wilson Simoninha e Max de Castro honraram a camisa, o DNA e o talento do pai com um showzão. O segredo deles? Não economizar no champinhom com caviar - aquela expressão que Wilson Simonal usava para definir o molho musical, com todos os recursos, truques de dinâmica e variações rítmicas usados para deixar tudo mais saboroso e refinado. Sem jamais deixar de falar direto no peito, na cintura e nas pernas da galera. Apesar de centrado no universo de um intérprete - um dos maiores da concorridíssima música popular brasileira -, este DVD tem na concepção musical sua maior estrela. Na seção de extras, o DVD traz registros dos ensaios, bastidores da gravação e depoimentos do elenco de artistas envolvidos no projeto. Há três opções de áudio (Estéreo PCM 2.0, Dolby Digital 5.1 e DTS 5.1) e ainda uma versão comentada por Max Simoninha e pelo jornalista Ricardo Alexandre, autor da biografia do cantor. Vale a pena conferir!

* Procedência: Nacional
* Estúdio: EMI
* Cor: Colorido
* Ano de Lançamento: 2009
* Elenco: VÁRIOS
* Recomendação: livre
* Região do DVD: Multi-Região
* Idiomas / Sistema de som:
Português -
* País de Orígem: Brasil

1.
Disco
1. Abertura: Zazueira - Lulu Santos
2. País Tropical / Música Incidental - Seu Jorge
3. Carango - Samuel Rosa
4. Nem Vem que... / Música Incidental - Marcelo D2
5. Mamãe Passou Açúcar em Mim - Mart´Nália
6. Aqui é o País do Futebol / Música... - Wilson S.
7. Meia-Volta (Ana Cristina) - Rogério Flausino
8. Na Tonga da Mironga do Kabuletê - Fernanda A.
9. Meu Limão, Meu Limoeiro - Max de Castro
10. Está Chegando a Hora - Diogo Nogueira
11. Na Galha do Cajueiro - Péricles & Thiaguinho
12. Vesti Azul - Frejat
13. Que Maravilha - Maria Rita
14. Menininha do Portão - Max de Castro
15. Mustang Cor de Sangue - Os Paralamas do Sucesso
16. Balanço Zona Sul - Sandra de Sá
17. Terezinha - Orquestra Imperial
18. Lobo Bobo - Ed Motta
19. Remelexo - Caetano Veloso
20. Sá Marina - Alexandre Pires
21. Tributo a Martin Luther King - Wilson Simoninha
22. Créditos: Zazueira - Lulu Santos

Um abraço,

Lua

28NOV2009 - É hoje ! Paralamas no aniversário do Altas Horas

Paralamas do Sucesso deixam público "alagado" no Piscinão
Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone já viajaram por todo o Brasil com suas turnês e em seu novo disco trazem um pouco da característica regional de cada canto do país. Os Paralamas do Sucesso fazem você colocar o pé na estrada sem sair de casa com o álbum Brasil Afora.

A banda ficou quatro anos sem lançar nenhum material de canções inéditas, mas pelo resultado final valeu muito a pena esperar. Brasil Afora é uma mistura de pop, reggae e rock, tudo com uma pitada de tempero brasileiro.

Para completar o trajeto do Oiapoque ao Chuí, os Paralamas do Sucesso precisavam passar pelo Piscinão de Ramos, no Rio de Janeiro. Para carimbar mais este lugar em seu “passaporte”, a banda aceitou o convite do apresentador Serginho Groisman e se apresentou para mais de 40 mil pessoas no aniversário de 9 anos do Altas Horas.

Uma das atrações mais esperadas do especial, os Paralamas do Sucesso agitaram o público com grandes sucessos de sua carreira como Alagados, Óculos, Meu Erro e Lourinha Bombril, a última com a participação do vocalista do Skank, Samuel Rosa.

O Altas Horas 9 Anos vai ao ar neste sábado logo após do Supercine. Além dos Paralamas do Sucesso, o programa ainda conta com a participação de Zeca Pagodinho, Alcione, Samuel Rosa e Amilcka e Chocolate.

Um abraço,

Lua

28NOV2009 - Show dos Paralamas terá trnasmissão ao vivo pelo Twitter

É hoje ! Joao Barone convoca os seguidores dos Paralamas no twitter (@pds_oficial) para acompanharem a cobertura ao vivo do show no HSBC Brasil, em Sao Paulo, no dia 28/11.

Um abraço,

Lua

24NOV2009 - Rede Record - Ídolos Diego Moraes interpreta "Lanterna dos Afogados"


Um abraço,

Lunático